Elizabeth I (7 de setembro de 1533 – 24 de março de 1603) foi rainha da Inglaterra e Irlanda de 17 de novembro de 1558 até sua morte. Às vezes chamada de "A Boa Rainha Bess", "A Rainha Virgem" ou "Gloriana", Elizabeth foi a última monarca da Casa de Tudor.
Ascensão ao Trono e Desafios Iniciais:
Elizabeth ascendeu ao trono em um período de turbulência religiosa e política na Inglaterra. Ela era filha de Henrique VIII e Ana Bolena, cujo casamento foi considerado ilegítimo por muitos católicos. Sua meia-irmã, Maria I, tentou restaurar o catolicismo na Inglaterra, mas Elizabeth, embora nominalmente protestante, adotou uma abordagem mais pragmática. Os desafios iniciais incluíram garantir sua legitimidade, lidar com as facções religiosas e enfrentar ameaças externas, como a Espanha.
Política Religiosa:
Elizabeth estabeleceu um compromisso religioso, o Ato de Supremacia e o Ato de Uniformidade, que buscavam unir o país sob uma forma de protestantismo moderado. Ela manteve o título de Governadora Suprema da Igreja da Inglaterra, mas permitiu certa flexibilidade na prática religiosa, evitando perseguições religiosas em massa. Isso, no entanto, não eliminou completamente o conflito religioso, especialmente com os católicos, que a viam como uma usurpador.
Política Externa e a Armada Espanhola:
O reinado de Elizabeth foi marcado por tensões com a Espanha, a principal potência católica da Europa. O auge dessas tensões foi a derrota da Armada Espanhola em 1588, um evento crucial que assegurou a independência da Inglaterra e estabeleceu o país como uma potência marítima emergente. Ela apoiou os rebeldes holandeses contra o domínio espanhol e autorizou corsários, como Francis Drake, a atacar navios espanhóis.
Economia e Cultura:
O reinado de Elizabeth viu um período de prosperidade econômica e florescimento cultural na Inglaterra, conhecido como a Era Elisabetana. O comércio se expandiu, as artes floresceram, com figuras como William Shakespeare ganhando proeminência, e a exploração do Novo Mundo começou a ganhar força.
O Problema da Sucessão:
Elizabeth nunca se casou e não teve filhos, o que levou a uma crise de sucessão. Ela habilmente usou a possibilidade de casamento como uma ferramenta diplomática para obter vantagens políticas, mas nunca se comprometeu. Em seu leito de morte, ela nomeou James VI da Escócia (James I da Inglaterra) como seu sucessor, unindo as coroas da Inglaterra e Escócia.
Legado:
Elizabeth I é lembrada como uma das maiores monarcas da Inglaterra. Sua liderança astuta, sua capacidade de equilibrar facções políticas e religiosas e seu papel na derrota da Armada Espanhola contribuíram para consolidar a Inglaterra como uma potência europeia. Seu reinado é celebrado como uma era de ouro da história inglesa.
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